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O relatório da Agência Internacional de Energia publicado em 21 de setembro de 2026 estima que capacidades dinâmicas, otimização da topologia e controlo avançado dos fluxos podem permitir ligar até 330 GW de produção, armazenamento e procura sem reforçar a rede. É potencial modelado, não capacidade já em operação. O número combina oferta, armazenamento e carga, em vez de representar apenas novas centrais.

O relatório regista pelo menos 1 700 GW de projetos renováveis avançados e 600 GW de baterias de grande escala à espera de ligação em 2025. Estas filas abrangem tecnologias e fases diferentes; não estabelecem quanto acabará por ser construído. Ainda assim, mostram que a ligação integra a economia do projeto juntamente com a compra de equipamentos.

As capacidades dinâmicas avaliam a margem térmica pelas condições reais. Tempo frio e ventoso pode permitir maior corrente no condutor, mas todo o circuito mantém limites de transformadores, tensão, proteção e estabilidade. Alterações de topologia e controlo dos fluxos redistribuem cargas quando existem caminhos alternativos. Os ganhos não podem ser somados se várias ferramentas libertarem a mesma margem.

Para o promotor, importa se o acesso adicional coincide com as horas de produção ou com as necessidades do cliente. Uma autorização intermitente difere de um direito firme. O estudo de ligação deve especificar disponibilidade, regras de limitação, desempenho perante falhas e custos de monitorização antes de o modelo financeiro contar o benefício como receita.

Os capítulos públicos consultados não fornecem cotação de cobre de outubro, preço de transformador entregue ou frete específico. São necessários comprovativos datados do fornecedor. A interpretação da Wellficent é que os operadores podem comparar despesa digital dirigida e reforço, mantendo a expansão física necessária; o relatório não demonstra poupança universal em todos os corredores.