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Um comunicado da Agência de Imprensa Saudita datado de 5 de outubro disse que o basalto Harrat se tornou a primeira pedra saudita incluída no programa mundial de pedras patrimoniais da União Internacional de Ciências Geológicas. O anúncio reconhece o valor geológico e cultural de um material ligado às paisagens vulcânicas do Reino.
A SPA descreveu o basalto como cada vez mais usado na construção, infraestrutura e indústrias avançadas, e afirmou que pode ser fácil de transportar e reduzir custos de construção e manutenção. São características citadas pela agência; não há medições comparativas nem exemplos de projetos.
A inclusão pode apoiar investigação e conhecimento dos recursos geológicos, mas não estabelece o tamanho de uma jazida, reservas recuperáveis, produção anual, vendas ou uma nova pedreira. O anúncio não informa tonelagem, qualidade, preço ou compromisso de investimento.
A designação deve ser lida como um marco patrimonial e de investigação com possível relevância para materiais de construção. Qualquer estimativa de oferta ou valor económico exigiria levantamentos geológicos, registos de produção e dados de mercado ausentes do comunicado.