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Acadêmicos jordanianos disseram que a inteligência artificial pode abrir oportunidades de inovação em água, agricultura, energia, transporte, saúde, educação e serviços públicos. Em uma reportagem de 9 de outubro, a Petra citou Firas Al-Hanandeh, presidente da Universidade Nacional de Ajloun, que descreveu esses setores como possíveis espaços para desenvolver novas soluções e serviços.
Os especialistas citados afirmaram que transformar ideias em aplicações exigiria maior integração entre universidades, pesquisa científica e setores econômicos. Também apontaram a necessidade de dados confiáveis, infraestrutura digital, financiamento e parcerias. São avaliações de especialistas sobre possibilidades e requisitos; a reportagem não apresenta efeito medido sobre o crescimento econômico, retorno específico de investimento nem resultado de desempenho da IA.