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A Deep Yellow Limited anunciou conquistas comerciais e de engenharia para o projeto de urânio em paleocanais Tumas, situado no distrito minerador de Erongo, no oeste da Namíbia. A empresa consolidou termos de crédito aprovados para dívida sênior estruturada com bancos internacionais e agências de fomento, assegurando o financiamento nuclear da implantação.
O Estudo de Viabilidade Definitivo de Tumas prevê mina a céu aberto de baixa profundidade operada por caminhões e escavadeiras mecânicas em relevo desértico plano. A planta de beneficiamento dispõe de circuito próprio de cominuição e lixiviação alcalina para gerar 3,6 milhões de libras de concentrado yellowcake de U3O8 por ano durante mais de trinta anos.
As obras civis preliminares no canteiro de Tumas avançaram com a conclusão da via principal de tráfego, britadores de agregados e terraplenagem do acampamento de obras. Avaliações geotécnicas atestaram a solidez das camadas de calcrete, sustentando bases pesadas de moinhos e tanques sem estacas profundas.
O monitoramento de águas subterrâneas junto ao Ministério de Recursos Hídricos da Namíbia elimina riscos de infiltração nos aquíferos de água doce. O suprimento fabril virá essencialmente de água do mar dessalinizada conduzida por adutoras regionais a partir de Swakopmund, na costa atlântica.
A Deep Yellow salientou que a defasagem estrutural no mercado mundial de combustível nuclear propicia condições comerciais vantajosas a novas jazidas de urânio competitivas. A empresa confirmou que a mobilização geral de engenharia e obras terá início imediato após a assinatura contratual definitiva dos empréstimos.
A Deep Yellow pontuou que o comportamento metalúrgico favorável e a baixa profundidade do minério de Tumas dispensam gastos vultosos com galerias subterrâneas, assegurando previsibilidade à lavra a céu aberto. A malha de piezômetros instalada no perímetro comprova a preservação dos lençóis subterrâneos em todas as etapas operacionais.