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Em 13 de agosto, a DNO reportou receitas de 760,5 milhões de USD no segundo trimestre de 2026, mais 21% do que no trimestre anterior. O lucro operacional atingiu 439 milhões de USD, uma subida de 55%, e o lucro líquido foi de 83,4 milhões, mais 65%. São resultados do grupo em várias regiões; não devem ser apresentados como receitas apenas das operações da empresa no Curdistão iraquiano.

A empresa reportou produção líquida do grupo de 88 430 barris de petróleo equivalente por dia. O Mar do Norte contribuiu com 84 912, a África Ocidental com 3 246 e o Curdistão com 273. O valor relativamente reduzido do Curdistão reflete a interrupção durante o período de reporte, não o nível de produção alcançado após as retomas no verão. O comunicado identifica tanto a recuperação operacional como o crescimento financeiro, mas com âmbitos geográficos e temporais diferentes.

Na licença de Tawke, a produção e a perfuração foram suspensas como medida de segurança no final de fevereiro. As intervenções e uma campanha de oito poços foram retomadas em 9 de abril. A produção em Tawke recomeçou em 28 de junho e, depois, em Peshkabir em 11 de julho. A DNO detém 75% da licença e a Genel Energy, 25%. A empresa esperava que a produção estabilizasse perto dos níveis anteriores à suspensão, sujeita às condições de segurança e à contribuição de novos poços; à data do comunicado, isso continuava a ser uma expectativa.

Para os utilizadores da indústria de poços, a atualização fornece datas distintas para intervenções, perfuração e recuperação da produção. A retoma da campanha não comprova que os oito poços estejam concluídos nem que os volumes previstos tenham sido alcançados. São necessárias divulgações operacionais posteriores para avaliar o progresso. Separar os resultados do grupo dos marcos da licença permite analisar a recuperação sem atribuir o desempenho financeiro do Mar do Norte aos poços iraquianos ou transformar uma previsão de estabilização num resultado já medido.