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A Galileo Mining anunciou em 28 de outubro resultados metalúrgicos de Callisto, no seu projeto Norseman, detido a 100%, na Austrália Ocidental. Testes convencionais de moagem e flotação alcançaram recuperações de até 85% para paládio e 94% para cobre. Os resultados dizem respeito a trabalho laboratorial numa amostra composta específica de testemunho, e não a recuperação demonstrada em todo o depósito.

A ALS Metallurgy testou uma amostra composta a granel preparada com testemunho recolhido ao longo de um intervalo contínuo de 12 metros entre 147 e 159 metros no furo 26NRDD525. Foram realizados sete testes de flotação: quatro com tamanho de moagem P80 de 98 micra e três de 75 micra. As recuperações máximas vieram dos testes que utilizaram a moagem mais grosseira de 98 micra.

A Galileo afirmou que são necessários mais trabalhos sobre a relação entre tamanho de moagem e recuperação, pois os requisitos de moagem afetam o consumo de energia. Os testes atuais ajudam a investigar uma rota de processamento, mas não estabelecem o desempenho de uma instalação em escala industrial, a economia do projeto ou a recuperabilidade de todos os domínios mineralizados.

O trabalho air-core a dois quilómetros a norte do recurso existente de Callisto, de 17,5 milhões de toneladas, e ao longo de outros rumos prospetivos foi concluído; esperam-se ensaios em aproximadamente seis semanas. A sondagem por circulação inversa em Mission Sill está prevista para o início de novembro, para investigar zonas ricas em sulfuretos e acompanhar anomalias anteriores de elementos do grupo da platina. Esses resultados futuros são distintos dos testes metalúrgicos de Callisto já concluídos.