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A PLS Group anunciou em 28 de outubro que a sua subsidiária operacional de Pilgangoora assinou um acordo de compra de eletricidade de 20 anos com a FMG Clean Energy, subsidiária da Fortescue. O acordo prevê um mínimo comprometido de 325 gigawatt-horas de eletricidade por ano para a operação de lítio na Austrália Ocidental, com início previsto para o ano civil de 2029.
A ligação planeada conectará Pilgangoora à central solar Turner River da Fortescue e a uma subestação de 220 quilovolts através de uma nova linha de transmissão de aproximadamente 25 quilómetros. A PLS financiará e será proprietária de cerca de 20 quilómetros dessa linha, além de uma nova subestação recetora e melhorias na distribuição no local. A capacidade da ligação é superior a 100 megawatts.
A PLS espera investir aproximadamente A$150 milhões em infraestruturas de ligação e energia durante os exercícios financeiros de 2027–2029. Prevê uma redução de A$15–20 por tonelada nos custos operacionais unitários FOB em comparação com as premissas de custos P2000, recentemente anunciadas, com média de dez anos. Trata-se de uma estimativa de custos futuros, e não de poupança já registada nos resultados do trimestre atual.
O acordo pretende apoiar o modelo operacional P2000 e deixar capacidade para possível crescimento posterior, incluindo mineração subterrânea e eletrificação da frota. Pilgangoora manterá uma combinação de fornecimento da rede e geração existente. O acordo aumenta o acesso futuro a eletricidade renovável, mas o comunicado não estabelece que toda a operação passe imediatamente a funcionar exclusivamente com energia renovável.