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A PLS Group reportou em 28 de outubro produção recorde de 267.600 toneladas de concentrado de espodumena no trimestre de setembro em Pilgangoora, na Austrália Ocidental. A produção aumentou 25% face às 214.300 toneladas do trimestre anterior. As vendas seguiram a direção oposta, caindo 11% para 223.600 toneladas, com a empresa a apontar o calendário das expedições.
A receita foi de A$563 milhões, em comparação com A$743 milhões no trimestre de junho. O preço realizado estimado foi de US$1.809 por tonelada numa base CIF China, com especificação de concentrado aproximada SC5.2. A empresa também reportou um preço equivalente SC6 de US$2.077 por tonelada. Os dois preços usam especificações de concentrado diferentes e não devem ser tratados como referências de venda separadas para material idêntico.
Os custos operacionais unitários FOB diminuíram de A$616 para A$539 por tonelada. A PLS atribuiu a melhoria a eficiências operacionais e a um maior volume de estéril capitalizado. A margem de caixa operacional reportada foi de A$392 milhões, enquanto a caixa no final do trimestre foi de A$2,217 mil milhões e a caixa líquida de A$1,277 mil milhões. As disponibilidades de caixa e a caixa líquida são medidas de balanço distintas.
Os valores operacionais dizem respeito aos três meses terminados em 30 de setembro; os desenvolvimentos posteriores do projeto estão identificados separadamente no comunicado. A PLS disse que o reinício de Ngungaju tinha devolvido a instalação ao estado operacional pleno no final de outubro. A produção recorde de concentrado reforça a base operacional, mas a menor receita trimestral demonstra que produção, expedições, preços e geração de caixa não têm necessariamente a mesma evolução.