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A Stallion Uranium Corp. anunciou a conclusão do estudo integrado de modelagem geológica e geofísica nos projetos de urânio Coffer e Coyote, no sudoeste da Bacia de Athabasca, norte de Saskatchewan. Levantamentos eletromagnéticos no domínio do tempo e gravimetria terrestre mapearam mais de 35 quilômetros de condutores grafitosos virgens no embasamento. Os padrões geofísicos assemelham-se aos depósitos de urânio no embasamento ao longo do trend de Patterson Lake South, como o depósito Arrow da NexGen Energy.

Os corredores-alvo exibem lineamentos magnéticos sobrepostos a anomalias gravimétricas negativas, indicativas de intensa alteração hidrotermal e dissolução de sílica nos gnaisses do embasamento cristalino. Ao contrário dos depósitos em discordâncias cobertos por centenas de metros de arenitos, a borda sudoeste da Bacia de Athabasca apresenta cobertura sedimentar delgada ou ausente, situando os alvos entre 150 e 400 metros de profundidade, viabilizando sondagens com menores custos.

A Stallion contratou um programa de perfuração diamantada de inverno de aproximadamente 6.000 metros em 12 a 15 furos, programado para iniciar após o congelamento do terreno em janeiro de 2027. A empresa detém uma das maiores áreas contínuas de direitos minerários em Athabasca Ocidental, superando 3.000 quilômetros quadrados. Todas as licenças ambientais e acordos com as Primeiras Nações foram formalizados.

A diretoria executiva enfatizou que a demanda mundial por energia nuclear segue em trajetória ascendente, com gigantes de tecnologia e distribuidoras assegurando contratos de urânio para viabilizar centros de processamento de inteligência artificial descarbonizados. O urânio canadense de alto teor oferece segurança geopolítica de suprimento, consolidando as vantagens dos projetos da Stallion.