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Na apresentação de estratégia de 28 de setembro, a TotalEnergies reafirmou a meta de crescimento anual de 4% da produção total de energia até 2030. A medida combina petróleo, gás e eletricidade. A empresa também espera que a produção de petróleo e gás cresça, em média, mais de 3% por ano entre 2025 e 2030. São objetivos empresariais, não resultados já alcançados.
No setor elétrico, a TotalEnergies pretende aumentar a geração anual em mais de 20%, atingindo 100–120 terawatts-hora por ano até 2030. Espera que a eletricidade represente cerca de um quinto do seu mix energético nessa altura. A apresentação afirma também que a Integrated Power deverá atingir o equilíbrio de fluxo de caixa em 2026, tornar-se positiva em fluxo de caixa livre em 2027 e proporcionar um retorno de 12% sobre o capital médio empregado até 2030.
A empresa visa reduzir até 2030 as emissões de âmbito 1 e 2 das suas operações de petróleo e gás em 50% face a 2015, e as emissões de metano em 80% face a 2020. Pressupondo os mesmos preços, projeta que o fluxo de caixa livre aumente cerca de 10 mil milhões de dólares entre 2025 e 2030, um aumento que equivale, segundo a empresa, a mais de 4 dólares por ação.
O investimento líquido planeado é de 14–17 mil milhões de dólares anuais durante 2027–2032. O conselho de administração adotou uma política de aumentar os dividendos em mais de 5% ao ano nos exercícios de 2026–2030. A TotalEnergies também confirma retornos para os acionistas de pelo menos 40% do fluxo de caixa, reduzindo simultaneamente a alavancagem; prevê um rácio de endividamento inferior a 10% no final de 2026.
As recompras de ações fazem parte desse plano futuro: 2,5 mil milhões de dólares no quarto trimestre de 2026 e 2–2,5 mil milhões no primeiro trimestre de 2027. Os valores de produção, investimento, fluxo de caixa e retorno continuam a ser metas empresariais sujeitas a pressupostos, condições de mercado e execução. A apresentação expõe expectativas; não mostra esses resultados futuros como já concretizados.