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O Stats NZ informou que o índice geral de preços ao consumidor aumentou 0,7% no trimestre de setembro de 2026 e 3,7% em 12 meses. Divulgado em 22 de outubro, mede preços pagos pelos lares neozelandeses. As comparações são distintas: junho a setembro de 2026 e setembro de 2025 a setembro de 2026.
No ano, a eletricidade subiu 9,3% e contribuiu 7,2% para a alta geral de 3,7%, segundo a medida do Stats NZ. A gasolina avançou 19,1%, com contribuição de 17,5%; a compra de moradia subiu 3,2%, com contribuição de 7,9%. Contribuições não representam parcelas do orçamento doméstico.
No trimestre, a gasolina caiu 6,5%, maior contribuição negativa; outros combustíveis e lubrificantes para veículos recuaram 15,5%. O transporte aéreo internacional subiu 14,3%, tarifas e pagamentos de autoridades locais 6,2% e vegetais 10,5%. A direção anual e trimestral da gasolina difere, mostrando por que cada taxa precisa indicar o período.
Habitação e serviços domésticos contribuíram 0,347 ponto percentual para a alta trimestral, e alimentos 0,196. No ano, transporte contribuiu 1,413 ponto e habitação e serviços 0,976. São contribuições ao índice agregado, não taxas próprias de inflação de cada grupo.
Preços de itens comercializáveis subiram 4,3% no ano e os não comercializáveis, 3,3%. Os primeiros são influenciados por mercados estrangeiros; os segundos não enfrentam concorrência externa direta, embora seus insumos possam sofrer influência internacional. O Stats NZ também informou que 85,5% dos itens da cesta encareceram no ano.
A distribuição complementa a média, mas não corresponde à inflação pessoal de cada família. O CPI de dezembro será divulgado em 27 de janeiro de 2027. O Stats NZ planeja acrescentar um índice mensal em 2027 e manter as publicações trimestrais.
A taxa anual geral deve ser lida junto com a variedade de movimentos por item: a distribuição publicada mostra tanto quedas quanto uma parcela maior de itens com alta superior a 3% que no trimestre anterior. Trata-se de uma medida agregada construída com a cesta e seus pesos.
As contribuições por grupo mostram por que os períodos precisam ser separados. No trimestre de setembro, habitação e serviços domésticos acrescentaram 0,347 ponto percentual à alta, alimentos 0,196 ponto, enquanto comunicação reduziu o índice em 0,041 ponto. No ano, transporte contribuiu 1,413 ponto e habitação e serviços 0,976. Esses valores decompõem a variação do índice geral; não são taxas de inflação próprias de cada grupo.
Os preços de 85,5% dos itens da cesta aumentaram no ano. A parcela de itens com alta superior a 3% passou de 38,5% no ano até junho para 54,9% no ano até setembro. Essa distribuição amplia a leitura da média, mas não representa a cesta nem a experiência de uma família específica, que depende de seus gastos. O índice mede a cesta agregada.