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O governo da Noruega propôs um mecanismo voluntário pelo qual o Estado adiantaria a cada ano aos municípios anfitriões 50% da receita esperada do imposto sobre a produção de projetos eólicos terrestres, desde o início da construção até a usina estar plenamente operacional. A proposta não alteraria a forma de calcular ou arrecadar o imposto de produção.
O adiantamento teria juros de 4% ao ano e seria deduzido das receitas fiscais anuais do projeto depois que o parque eólico começasse a operar. Se o projeto não fosse concluído ou os adiantamentos não fossem totalmente compensados, o município devolveria o saldo restante conforme um plano definido pela NVE. Cenários distintos da NVE citados pelo ministério estimam que, em 2035, os preços de eletricidade seriam 6,7 øre/kWh mais altos em todo o país sem energia eólica terrestre e 8,4 øre/kWh mais altos sem nova energia eólica offshore. São comparações de cenários, não preços observados.