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A HF Sinclair divulgou os resultados do terceiro trimestre em 28 de outubro, com lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 2,015 mil milhões no período terminado em 30 de setembro. O resultado comparável de 2025 foi de US$ 403 milhões. O lucro líquido atribuível ajustado foi de US$ 2,079 mil milhões, face a US$ 459 milhões; esta medida ajustada é distinta do lucro líquido reportado.

A margem bruta ajustada de refinação atingiu US$ 54,22 por barril produzido vendido, contra US$ 19,16 um ano antes. A empresa atribuiu a melhoria sobretudo à oferta restrita de combustíveis de transporte, ao reforço dos crack spreads e aos benefícios das isenções da EPA para pequenas refinarias quanto às obrigações de conformidade com combustíveis renováveis. Estes efeitos de margem descrevem a economia da refinação, não um aumento do volume físico processado.

A carga média de crude caiu de 639.050 para 614.060 barris por dia. O aumento das vendas de combustíveis de transporte na região ocidental foi parcialmente compensado por vendas mais fracas na região Mid-Continent, associadas à paragem programada da refinaria El Dorado. O EBITDA ajustado da refinação foi de US$ 2,582 mil milhões, face a US$ 661 milhões.

A empresa devolveu US$ 572 milhões aos acionistas através de dividendos e recompras de ações durante o trimestre e anunciou um dividendo trimestral regular de US$ 0,525 por ação. O comunicado mostra uma forte melhoria da rentabilidade, mantendo a distinção operacional entre expansão das margens, atividade das refinarias e distribuições aos acionistas.