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O major-general Turki Al-Malki, porta-voz da Coligação para a Restauração da Legitimidade no Iémen, afirmou que a estação de distribuição de eletricidade Taibah, em Medina, foi visada às 5h11 de terça-feira, 29 de setembro de 2026. Segundo o comunicado transmitido pela Agência de Imprensa Saudita (SPA) em 1 de outubro, a investigação das autoridades competentes e os destroços do drone utilizado demonstraram que os Houthis planearam e executaram o ataque, que a Coligação descreveu como ato terrorista.
Segundo a Coligação, o ataque retirou de serviço um transformador de potência, mas não afetou a rede elétrica. O comunicado salientou que a instalação é civil e fornece eletricidade à Mesquita do Profeta.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros dos EAU condenou o ataque em 1 de outubro e manifestou solidariedade com a Arábia Saudita. A SPA noticiou condenações do Qatar, Kuwait, Egito, Jordânia, Paquistão, Liga Árabe e secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo.
O ataque sucedeu a um incidente anterior contra a infraestrutura energética saudita: em 11 de setembro, uma fonte oficial do Ministério da Energia afirmou que o Oleoduto Este–Oeste, nas regiões de Riade e Medina, foi alvo de vários ataques na manhã de 10 de setembro e encerrado como precaução. Não foi divulgado um prazo de reparação nem o custo dos danos na estação Taibah.