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A West Wits Mining Limited divulgou relatório de progresso das obras subterrâneas no projeto de ouro Qala Shallows, localizado na borda norte do campo Central Rand na Bacia de Witwatersrand, próximo a Joanesburgo, África do Sul. A escavação da rampa dupla mecanizada superou 420 metros a partir do emboque de superfície. As galerias interceptaram o pacote sedimentar Kimberley Reef intocado, confirmando a continuidade da mineralização de ouro e estabilidade geomecânica.
O estudo de viabilidade definitiva de Qala Shallows projeta vida útil de 17 anos com extração média de 55.000 onças anuais de ouro em regime regular e pico de 70.000 onças ao ano. O minério será beneficiado por acordo de processamento na usina Ezulwini da Sibanye-Stillwater, reduzindo custos de implantação ao dispensar planta de moagem e bacia de rejeitos próprias.
Perfurações diamantadas subterrâneas atestaram a regularidade de espessura e teores nos primeiros painéis de lavra. O poço QS-26-018 interceptou 4,8 metros com 6,42 gramas de ouro por tonelada, incluindo conglomerado basal de 1,4 metros com 14,2 gramas por tonelada. Sistemas de drenagem e subestações elétricas funcionam regularmente para viabilizar as frentes mecanizadas.
A diretoria executiva afirmou que reativar jazidas auríferas rasas e de alto teor em Witwatersrand gera oportunidades sociais na região de Gauteng. A infraestrutura elétrica e fornecedores locais consolidam as vantagens operacionais. A West Wits confirmou que a primeira extração de minério no horizonte Kimberley Reef está prevista para o início de 2027.