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Em 23 de setembro, a TotalEnergies e a parceira nigeriana AMNI anunciaram uma decisão final de investimento no campo de gás Ima, offshore da Nigéria. A TotalEnergies detém uma participação de 40% e é a operadora do projeto; a AMNI possui 60%. O desenvolvimento abrange um campo localizado nas licenças offshore OML 112 e OML 117.
O plano prevê uma plataforma em águas pouco profundas e um gasoduto de 22 quilómetros até à Nigeria LNG. O início da operação é esperado em 2028, com produção prevista de 350 milhões de pés cúbicos por dia, que a empresa também descreve como mais de 60.000 barris de petróleo equivalente por dia. São duas formas de expressar o mesmo fluxo-alvo.
A TotalEnergies espera que, quando estiver em operação, Ima forneça cerca de um terço do gás necessário à expansão em curso da NLNG Train 7. A Train 7 pretende aumentar a capacidade de liquefação de 22 milhões para 30 milhões de toneladas por ano. Estes valores descrevem a relação de fornecimento planeada após o arranque; Ima ainda não fornece gás.
O projeto inclui energia fornecida a partir de terra, ausência de queima rotineira e deteção e monitorização permanentes de metano. A empresa afirma também que todos os principais contratados serão empresas nigerianas e que se espera que cerca de 60% da força de trabalho do desenvolvimento provenha das comunidades anfitriãs. São compromissos e expectativas do projeto, não resultados de emprego já alcançados nem resultados ambientais medidos de forma independente.
O aumento de capacidade declarado da Train 7 é de 8 milhões de toneladas por ano, cerca de 36% acima do valor existente de 22 milhões de toneladas. Esta comparação é calculada a partir das capacidades publicadas pela empresa. O gás futuro de Ima destina-se a ser matéria-prima para a unidade de liquefação. A produção de gás do campo e a capacidade de processamento de GNL são medidas diferentes e não devem ser tratadas como o mesmo volume.